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GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

532 PEDRO CORDEIRO (1979)

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A tradição goesa na imprensa e no jornalismo não é nem daqui, nem é de agora. Foram muitos os periódicos, artigos e colunas que os Goeses assinaram e deram á estampa desde o século XIX, quer fosse em Goa, Bombaim ou Lisboa, ou noutros lugares. Não eram necessarimente jornalistas de profissão. Muitos eram advogados, políticos, escritores, sacerdotes, etc.

A imprensa foi ainda o veículo, pelo qual foram sustentadas muitas ideias politicas e polémicas em que os Goeses se deixaram envolver.

Era também Goesa a primeira mulher jornalista crítica de cinema da Índia, nos anos 50 do século transacto. Chamava-se Claire de Souza.

No campo da apresentação audiovisual, Margarida Mercês de Melo, Catarina Furtado e Cláudia Semedo, são três referências nacionais com raízes goesas. Na Índia, Maria Goretti é há muito um valor seguro, com origem na antiga comunidade Indo-portuguesa de Baçaim.

O professor Carmo Vaz, Óscar Mascarenhas e mais recentemente, os descendentes Camilo Lourenço, Ricardo Costa, ou Daniel Traça, enquanto comentador, têm tido também eles, um papel de destaque no panorama jornalístico e mediático português.

O mesmo acontece com Pedro Cordeiro, português, filho do pediatra Mário Cordeiro, e bisneto do ilustre goês Júlio Gonçalves:

★Biografia em semanário «Expresso»:

"Nasceu em 1979 na Lisboa onde mora, com intervalos em Oxford e Madrid e saltos permanentes ao Oeste.

Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento (não perguntem!) pela Universidade de Lisboa, trabalhou nessa área antes de rumar ao Master en Periodismo do diário El País/Universidade Autónoma de Madrid.

Depois de estágios no «Público» e na revista «Tempo», esteve no «Courrier Internacional» desde a fundação, em 2005, até à sua venda pela Impresa, em 2017.

Entrou para o «Expresso» em 2009, onde é editor da secção Internacional desde 2018.

Pai de quatro filhas e benfiquista, ensina Ciência Política no Colégio Moderno e faz traduções."
 
 
 
 
 

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