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GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

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INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

427 ISIDORO EMÍLIO BATISTA (1815)

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Já o havíamos visto em 249 «Matemáticos Portugueses de Cêpa Goesa», de Domingos Soares Rebelo. Depois de termos destacado do artigo Raimundo Venâncio Rodrigues (222), hoje fazemo-lo com Isidoro Emílio Batista. 

Nasceu na aldeia de Loutulim, concelho de Raia, Goa, de família goesa. O seu pai, Narciso José Batista, fora um alto funcionário público, tendo ocupado o cargo de Guarda-Mor da Relação de Goa.

Em 1838/40 matricula-se em Coimbra, após obter por mérito a respectiva bolsa de estudos.

Na cidade dos estudantes cursa Medicina além de Filosofia.

Segue para Paris, onde licencia-se em Ciências Naturais tendo efectuado Doutoramento em Medicina.

Voltando a Portugal, fez-se Lente na Escola Politécnica de Lisboa e no Instituto Agrícola onde ensina Montanística e Docimásia, até o fim dos seus dias. 

Foi Sócio-Fundador do Grémio Literário (Carta Régia da Rainha Dona Amélia, de 18 de Abril de 1846), conjuntamente com Alexandre Herculano, o Marquês de Sá da bandeira, entre 85 membros fundadores.

Membro da Academia Real das Ciências de Lisboa, Membro Vitalício da Sociedade Geológica de Paris, recebeu do Reino de Espanha a Comenda da Ordem de Carlos III.

Autor de uma vasta obra literária e científica, Isidoro Emílio Batista foi considerado um dos homens mais doutos de seu tempo, versado em Matemática, Medicina, Ciências Naturais, Engenharia de Minas, Cartografia, Agronomia, etc

É também de sua autoria a mais antiga planta da Cidade de Coimbra (1845) ainda nos seus tempos de estudante, tem inscrito nesta cidade o seu nome numa das suas ruas, o qual também consta numa escola primária em Goa, paralela a Igreja da Graça, em Margão.

Casado com a cidadã francesa Constance Pevrieux, de quem teve 4 filhos, faleceu relativamente cedo, em 1863, aos 48 anos.

na foto, a mais antiga planta da Cidade de Coimbra.

— em Coimbra.

 
 
 
 
 
 
 

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