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GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

616 FRANCIS DE SOUZA

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#beingindoportuguese 

 

Com raízes em Saligão e Moirá, Francis D'Souza é um ex-jornalista âncora de notícias da City em Toronto, Ontário, Canadá. 

 

D'Souza foi o rosto do noticiário das 17h na cidade, desde o início em 2011, até maio de 2019.

 

Anteriormente havia divido a apresentação do noticiário de fim de semana com Merella Fernandez, e o noticiário do meio-dia, em 2010. Foi também apresentador substituto no programa matinal Breakfast Television.

 

Em junho de 2019, D'Souza ingressou na CBC como Editor-Chefe da Programação de Notícias, supervisionando o jornalismo, a operação e a direção estratégica de "The National", "World at 6", "World Report", "World this Weekend", "Front Burner" e oCBC News Specials.

 

Biografia

D'Souza interessou-se por uma carreira na televisão depois de ser selecionado na audição da Citytv's Lunch Television para fazer o anúncio de abertura na Queen Street. 

 

Antes de ingressar na Citytv, D'Souza, era voluntário na Rogers Cable TV em Mississauga, sua cidade natal quando foi escolhido para apresentar o Plugged In! na Rogers Television. 

 

Foi assistente de produção da CBC, videógrafo da Global News Toronto e por dois anos (2000-2002) em Sudbury, Ontário, apresentou o CTV Northern Ontario News às 23h30. 

 

Educação

B.A.A. 2000, Radio and Television Arts, Ryerson Polytechnic University

D'Souza formou-se na Clarkson Secondary School em 1996.

 

Prémios

Prémio Canadense de Cinema 2019 para Melhor Especial de Notícias ao Vivo, CityNews - #CityVote - The Debate

Prémio Gemini 2011 para Best Breaking Reportage, Local, CityNews - G20 Summit

615 STEPHEN LOBO (22/11/1973)

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#beingindoportuguese 

 

Stephen Lobo é um ator canadense-britânico, mais conhecido por seus papéis na série de televisão Arctic Air, Godiva's, Painkiller Jane, Falcon Beach, Little Mosque on the Prairie e Continuum. Em 2011, apareceu no filme de Mike Clattenburg, Afghan Luke.

 

Stephen Lobo nasceu em Toronto, Ontário, em 1973. 

 

O seu pai é um eletricista goês que emigrou para o Canadá vindo de Tanga, na Tanzânia. Sua mãe, de ascendência iraniana, é enfermeira. 

 

Lobo frequentou a Universidade de Toronto, onde estudou ciências ambientais. Aos 27 anos, começou a ter aulas de teatro e mudou-se para Londres, onde se formou em no Drama Centre London. Lobo apareceu em várias peças enquanto estava na Inglaterra, incluindo The Seagull e Paradise Lost.

 

Carreira de Ator

Depois de fazer teatro por vários anos no Canadá e no Reino Unido, Lobo chamou a atenção do público pela primeira vez na televisão como a estrela da série dramática canadense Godiva's sobre um chef talentoso tentando ter sucesso no negócio de restaurantes. 

 

Mais tarde, ele conseguiu um papel principal na série de ficção científica Painkiller Jane (2007) interpretando um cientista e teve um papel recorrente como engenheiro na segunda e terceira séries de Little Mosque on the Prairie. 

 

Interpretou o papel do piloto indiano Dev Panwar na série Arctic Air até ser cancelada em 2014. Participou na série de ficção científica Continuum como um vigarista que viaja no tempo, Matthew Kellog. Em outubro de 2019, Lobo foi escalado como Jim Corrigan no crossover Arrowverse "Crisis on Infinite Earths".

 

Vida Pessoal

Lobo é casado com a atriz Sonja Bennett. O casal tem dois filhos. Ele possui dupla cidadania no Reino Unido e no Canadá.

 

Stephen Lobo é já detentor de uma participação em dezenas de séries e filmes, tendo sido nomeado para alguns galardões, onde venceu em 2006 no Canadá, o prémio Best Lead Performance by a Male in a Dramatic Series, pela sua participação em Godiva's.

614 DOMINGOS JOAQUIM DE MENEZES, Capitão-Médico (1846)

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O Dr. Domingos Joaquim de Menezes era natural de Batim, Goa.

 

Era filho de António João da Conceição e Menezes e de Ana Severina Pinto.

 

Frequentou o Real Colégio de Educação de Chorão, também denominado Real Seminário de Chorão.

 

Completou o curso de medicina na Escola Médico Cirúrgica de Goa.

 

Casa com Anna Roza Henriqueta Natalina do Rosário Rodrigues, natural de Goa e têm três filhos já em Cabo Verde. Anna Rosa vem a falecer na Guiné, juntamente com o filho mais velho, António.

 

Casa-se em segundas núpcias, a 18.07.1880.

 

Deste segundo casamento com a Profª. Dª. Maria Augusta da Conceição Cordeiro e Menezes, natural de Cabo Verde resultaram seis filhos caboverdianos. 

 

O seu neto Filinto Elísio de Menezes, nascido em Cabo Verde e emigrado em Angola, funcionário do BNU, veio a ser um precursor da nova literatura luso africana.

 

Médico-Cirurgião, foi facultativo de 2ª classe de Cabo Verde por decreto de 23.6.1870, posteriormente promovido, e Delegado de Saúde (1872) na Bolama, Guiné-Bissau. 

 

Foi nomeado Juiz de Paz da Comarca de Sotavento, Distrito de Santa Catarina, Santiago, Cabo Verde.

 

O Dr. Menezes exerceu medicina em Coimbra até falecer a 18 de Dezembro de 1904.

 

Foi agraciado com as seguintes condecorações:

 

.Cavaleiro da Ordem Militar de S. Bento de Aviz (19/11/1886)

 

·Cavaleiro da Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa (22/07/1889)

 

·Medalha de Oiro de Assiduidade de serviço no Ultramar (9/11/1894)

 

·Oficial da Real Ordem Militar de S. Bento de Aviz com o grau de Capitão (1/01/1897)

 

PS. Agradecemos a senhora D.Teresa Marques, bisneta do Dr.Domingos, uma série de informação que nos foi facultada.

PEDRA DE AMARRAÇÃO ROMANA (?)

 

Junto ao cemitério da Igreja de Santa Inês, em Pangim, existe num local onde outrora chegava a orla marítima, uma enigmática pedra de amarração Romana de onde se destaca a figura tutelar de Neptuno.
Este e outros fatos, atestam a presença constante no território de diversos povos não indianos, como os citados Romanos, e Gregos, Fenícios e Sumérios, que aportavam a Goa numa lógica de entendimento e comércio e que certamente terão contribuído ao longo dos séculos, para moldar a identidade goesa, muito mais do que os seus atuais "concidadãos" de outros estados.

OHRIGSTAD, como exemplo

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"Em 1844, um forte foi estabelecido por um grupo de Voortrekkers sob a liderança de Andries Hendrik Potgieter, com a ajuda de um comerciante holandês Gregorius Ohrig.

 

Os colonos chegaram em 1845 e logo depois foram dizimados pela malária e forçados a abandonar a área. Só voltariam depois que a doença foi controlada."

 

Vem este exemplo avulso apenas ilustrar até que ponto o assentamento de populações não nativas em África era difícil, para não dizer impossível, sem o prévio trabalho sanitário. 

 

Isto para concluir que na África Portuguesa, esse trabalho foi fundamentalmente executado pelos Goeses.

 

Ora existe muita gente por aí que diz "fizemos", "colonizamos", etc, sem ter a mínima noção de quem, o quê, quando e como.

 

na foto: Shoe-House, Ohrigstad.

UM CASAL GOÊS DO PAQUISTÃO

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A outrora proeminente e vibrante comunidade indo-portuguesa daquele território, hoje encontra-se reduzida a uns 13.000 indivíduos, diluídos num mar de gente que brevemente atingirá os 300 milhões de habitantes

614 OS GOESES E A REPÚBLICA BOER DO TRANSVAAL

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No dia 21 de Dezembro de 1844, chega a Lourenço Marques, uma coluna Boer liderada por Hendrick Potgieter com o intuito de estabelecer relações comerciais e políticas com os portugueses, como forma a se afirmarem autónomos em relação aos britânicos que os tinham expulso do Sul da África (zona do Cabo). 

 

Era na altura Lourenço Marques, pouco mais do que a Feitoria, liderada pelo Major António Joaquim Teixeira, o presídio, e alguns casebres adjacentes.

 

Pretendiam pois os Boer, fundar o povoado de Ohrigstad, numa zona do hinterland, em que se calculava que ainda estivesse na jurisdição portuguesa e assim também inciar relações pacíficas com estes.

 

Na caravana de retorno, em 1845, João Albasini, um influente caçador, comerciante, militar português de ascendência italiana e espanhola, acompanha-os, instalando-se em Mpumalanga, junto ao rio Sabié, em território do régulo Makaxule, onde hoje se situa hoje o Parque Nacional Krueger e próximo de Ohrigstad, que começaria a crescer. 

 

Acompanharam Albasini, a fiel tribo Ma-Gwamba e cinco comerciantes goeses: Lourenço Mariano Nunes, Gelásio Fernandes, Manuel da Gama, Casimiro Simões e Jacob Cristóvão Couto, que havia sido seu escrivão na feitoria de Lourenço Marques.

 

Em Maio de 1847, Albasini retorna a Lourenço Marques, onde apresenta um relatório consubstanciado sobre a estrutura política, económica, social e religiosa dos Boer, sendo o primeiro português a estabelecer ligação terrestre entre as duas regiões. Terá sido também este o primeiro relatório feito por um estrangeiro sobre a comunidade boer.

 

O fato é que os Goeses permaneceram no território e com o seu trabalho ajudaram a fincar as bases do futuro estado boer ou República do Transvaal.

 

Jacob Couto, Casimiro Simões e Augusto de Carvalho foram os Goeses que mais se distinguiram.

 

Jacob Couto, além de comerciante, veio a ser Secretário de João Albasini quando este tornou-se Cônsul de Portugal na República do Transvaal.

 

Casimiro Simões prosperou no comércio e Augusto de Carvalho, estabelecido como comerciante e agricultor, veio a gozar de grande prestígio entre os Boer do Transvaal.

 

O lendário pioneiro e caçador português Diocleciano Fernandes das Neves relata no seu livro, «Itinerario da Caça dos Elefantes» (Lisboa 1878), que quando chegou a Zoutpansberg, no Transvaal Norte onde Albasini tinha uma praça forte, avistou-se pela primeira vez com o comerciante goês Casimiro Simões, que já era um notável na região. 

 

Disse ainda o sertanejo: "Fez-nos o favor de nos hospedar em sua casa o Sr. Casimiro Simões, que era natural de Goa. Era o negociante mais forte que, naquele tempo, havia na República. Tinha três estabelecimentos [...]".

 

A continuar...

MAPA MUNDO

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Em destaque, os atuais países onde o pioneirismo goês foi mais determinante. 

No caso inglês, essa influência veio muito por via do Raj e da África Oriental Britânica

Dr. JOÃO CAMILO PAULO DA CONCEIÇÃO ANTÃO

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Médico educado em Portugal, exerceu em Cabo Verde, combatendo as doenças tropicais.

 

Foi Presidente of the Muncipalidade de Mormugão, Goa (de 1931 a 1936).

 

Administrador das Comunidades, era filho do Dr. Adv. Lourenço Graciano Favorino Antão, Vice Cônsul do Brasil em Goa.

MÃ SABINA

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Maria Sabina Cadais, também conhecida por Mã Sabina, nasceu no ano de 1775 em Goa.

 

Emigrou para a Ilha de São Nicolau, arquipélago de Cabo Verde, onde casou com Francisco Lopes da Silva, oriundo de Barcelos, Portugal e tiveram seis filhos.

 

Maria Sabina morreu aos 85 anos de idade em 1860 e ficou sepultada em São Nicolau (foto), Cabo Verde.

 

E pouco mais sabemos sobre a origem de Mã Sabina.

HOMENS E HOMENS

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Na dita colonização europeia em África (e na América) existiram três géneros de pessoas, em todos os estratos sociais.

 

Em primeiro lugar, esteve aquele tipo de indivíduo portador da energia criadora em si mesmo. Em regra, este era o género de pessoa que soube não apenas se impor, como também acolher em seu torno as populações e tradições locais. Desse encontro, resultou uma nova síntese criativa que se expressou em basta descendência, numa nova cultura, em conquistas territoriais, em geração de empresas e de riqueza, em suma, em obra. Líder natural, este foi aquele que soube viver no risco e no limiar da civilização ocidental, extendendo os seus limites para lá do horizonte seguro. Era independente, mas era intrinsecamente leal. Couberam no topo desta categoria homens como João Ramalho, no Brasil, Silva Porto em Angola e, em Moçambique, João Albasini e o goês Manuel António de Souza.

 

Em segundo lugar esteve aquele tipo de indivíduo, em geral vindo da metrópole, detentor de formação apropriada, e que desempenhou funções de caráter oficial. Dotado de um forte sentido de estado e de justiça, tinha no brio, na isenção e no denodo ao serviço às instituições, a sua grande qualidade. Mas ao contrário dos primeiros, vivia dentro e na segurança do sistema e não se imiscuia fora dele. Não era um criativo, e embora contribuísse para o desenvolvimento, não se identificava particularmente com o território onde se encontrava de serviço, geralmente por um curto período de tempo. Militares como João Tavares de Almeida ou o Coronel Eduardo Galhardo, no fundo o grande obreiro das campanhas de Moçambique atribuídas a Mouzinho, personificam bem este tipo de indivíduo.

 

Por fim temos o terceiro tipo de homem. Estéril, não tinha nem tinha a capacidade criativa dos primeiros, nem o sentido de estado e de brio dos segundos. O que o movia era apenas o interesse pessoal e a mesquinhez. Era capaz de tudo para sobressair, inclusive de cavalgar o mérito alheio em proveito próprio. E isso fazia-o como ninguém. Nesta categoria de pessoas colocamos sem qualquer dúvida, Mouzinho de Albuquerque.

 

CABO VERDE E AS ILHAS

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O caso de Cabo Verde merece um menção especial nesta página.

 

Não é imediatamente evidente quer a presença, quer o trabalho e descendência goesa na Nação Crioula. Mas o fato é que ela existe e não está assim tão oculta. Na verdade basta raspar a crosta superficial para encontrá-la.

 

Mercê da sua formação médica ou religiosa, muitos foram os Goeses que demandaram as Ilhas atlânticas, São Tomé, Açores, Madeira e muito particularmente Cabo Verde.

 

Eles foram padres, professores, médicos militares, políticos, e deixaram o seu cunho em acções médicas, na missão religiosa, no ensino e na vereação municipal. 

 

Outro fator a partida inusitado, é o enlace entre Goeses e Cabo Verdianas, não só da elite local como de relações extramatrimoniais, da qual resultou uma vasta prole nascida no arquipélago, sempre pela via paterna goense.

 

Dessa prole resultou um Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, um Ministro da Saúde de Cabo Verde, um Diretor do Banco 🏦 Nacional Ultramarino da Praia e escritor, só para citar os exemplos mais conhecidos.

 

Mais a sul, na linha do equador, o músico Miguel Araújo (Os Azeitonas) e o arquiteto Rui Leão, presidente do Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP) são de ascendência goesa via São Tomé e Príncipe, no caso do músico portuense, pela via materna.

 

Nos Açores, o político João Bruto da Costa (1969) e na Madeira, o eminente político e cientista José Júlio Bettencourt Rodrigues nascido no Funchal, freguesia da Sé em 1843, são outros nomes ilustres de ilhéus de ascendência goesa.

 

Contudo, e como foi dito, Cabo Verde ocupa um lugar especial na presença goesa nas Ilhas Atlânticas.

 

O Dr Pitágoras da Purificação da Graça Lobo, rico proprietário natural de Bardez, 1852, e sua esposa, Dona Ismália Elvira Anna Victoria Blandina de São Francisco Xavier Corrêa Lobo da Graça Lobo.

 

...

Nem ao longe e no Paquistão, uma família Goesa se confunde com uma família indiana.

#BeingIndoPortuguese

 

613 ANTHONY LANCELOT DIAS (1910

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Ex-governador de Bengala Ocidental, Dias, foi o primeiro goês a tornar-se governador de um estado indiano.

 

Dias teve uma carreira destacada no quadro de Maharashtra enquanto oficial do ICS (India Civil Service)

 

A sua significativa contribuição como Secretário de Alimentação da União durante a crise alimentar em meados dos anos 60, rendeu-lhe o galardão Padma Vibhushan. 

 

Após a aposentadoria, foi nomeado Tenente-Governador de Tripura (1969-71) e Governador de West Bengal (1971-77). 

 

Dias também desempenhou um papel importante pró indiano na questão de Goa, em 1961.

 

Morreu em Bombaim aos 92 anos.

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