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GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

GALERIA DOS GOESES ILUSTRES

INTROSPECÇÃO SOBRE A ORIGEM, O ALCANCE E OS LIMITES DA IDENTIDADE GOESA, E O SEU CONTRIBUTO HISTÓRICO E SOCIAL EM PORTUGAL E NO MUNDO

OS «ANGLO-INDIANS»

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É sabido que os britânicos copiaram a experiência secular portuguêsa ao chegarem a Índia. Uma das primeiras iniciativas foi a tentativa da criação de uma comunidade anglo-indiana, semelhante a indo-portuguesa, inicialmente entre homens britânicos e mulheres Indo portuguesas.

O tempo acabou por demonstrar que a experiência fracassou e esta comunidade foi votada ao ostracismo e a tarefas secundárias, substituída pela elite britânica pura e dura.

Na verdade, e ao contrário das várias comunidades indo-portuguesas, os anglo-indianos, não tinham uma verdadeira ligação a terra e ao solo desse imenso sub-continente que é a Índia, nem tinham tradições fortes que os ligassem as regiões nasceçem. Eram uma espécie de comunidade dispersa em ilhas isoladas, e contrariamente aos Goeses, não tinham um fundo étnico ancestral comum.

Por outro lado, os Goeses católicos, embora nunca tivessem sido maioria em Goa, estiveram perto da metade da população do território, o que nem de perto aconteceu com os anglo indianos no gigantesco mar populacional da Índia Britânica.

O termo anglo-indian passou a designar tanto britânicos nascidos e longamente estabelecidos no Raj, como uma comunidade mestiça em maior ou menor grau, mas sem o dito fundo étnico como cenário de fundo.

Contudo, num aspeto, que foi do meio artístico, conseguiram superar os Indo portugueses. Escritores como Rudyard Kipling ou George Orwell, atores como Kabir Bedi, Alistair McGowan, Ben Kingsley, Vivien Leigh ou músicos pop como Cliff Richard, Engelbert Humperdinck ou Pete Best, atingiram patamares que nenhum Indo Português alguma vez atingiu.

O CAPITÃO MANUEL D'EREMÃO, OS DESCENDENTES DE DONA JULIANA DIAS DA COSTA E O CEMITÉRIO DE KISHANGANJ

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Um tema já abordado por nós.

"Falávamos na edição passada da obra “Juliana Nama” que trouxe para a ribalta, no subcontinente indiano, a figura de Juliana Dias da Costa. De acordo com Pankaj Vohra, jornalista do Sunday Guardian Live, “este livro de valor inestimável” deveria ser lido por todos os estudantes de História indianos, e até para “o leitor ocasional” servirá de excelente introdução para perceber o “modus operandi” daquele país “há menos de três séculos”.

Vohra convida “cineastas de todo o mundo” a inspirarem-se nessa obra para produzir um filme sobre a luso-indiana fazendo assim justiça “a tão enigmática heroína”, à semelhança do que aconteceu com Razia Sultana, Nur Jahan, Mumtaz Mahal ou Jahan Begum, todas elas destacadas figuras femininas do Norte da Índia.

Vohra vai ainda mais longe ao lançar o repto a Shekhar Kapur (autor de uma trilogia sobre a rainha Elisabeth I) e ao hollywoodesco Sanjay Leela Bhansali, esperando que a história seduza também um qualquer “Cecil B. DeMille” da actualidade, já que os autores do “Juliana Nama” lograram transformar um longo e apurado trabalho de investigação “num sincero tratado histórico baseado em factos reais”.

Se a vida de Juliana Dias da Costa não passou ainda para o ecrã, não terá sido certamente por falta de predicados: para a nobreza mogol, era a pedagoga da descendência real, médica das damas do palácio, responsável pelos assuntos do harém e do tesouro real, empregadora, diplomata, advogada e até instrutora militar.

Para os portugueses, além de tudo isso, Juliana acumulava as funções de patrona dos órfãos, digna benfeitora do Colégio e Missão Jesuíta de Agra e financiadora da missão papal ao Tibete liderada pelo padre Manuel Freire e à qual o seu confrade e subalterno Ippolito Desideri daria continuidade. Este, descreveu Juliana como “uma santa com poderes milagrosos”, afirmando que ela quase havia convertido o imperador mogol ao Cristianismo, o sonho final de todos os missionários presentes na Índia.

Dela se conta a seguinte estória: quando um incêndio eclodiu no palácio real, Juliana apagou as chamas com um galho de palmeira previamente benzido. A partir de então, Bahadur Shah manteve no seu quarto esse milagroso ramo.

Consta que Juliana também convenceu o imperador mogol a isentar os padres cristãos da jizya, tributação anual cobrada a residentes não-muçulmanos a fim de financiar os gastos públicos, no fundo o equivalente ao zakat e ao khums, taxas que todo o muçulmano era obrigado a pagar.

Desideri dizia que “Donna Giuliana Diaz da Costa” fora o “apoio e ornamento de nossa Santa Fé no Império”. Os atributos multilingues e a cortesia de Juliana estão bem presentes na recepção aos membros da delegação holandesa: aconselhou-os acerca do tipo de presentes que deveriam oferecer a Bahadur Shah, levou-os a passear pelos jardins do palácio e arranjou-lhes uma audiência com o rei. E para o dispor favoravelmente, a distinta senhora desafiou os nórdicos a darem um recital de música ocidental essa mesma noite. Um sucesso! Os temas interpretados ao som do violino, da harpa e do oboé deixaram extasiados Bahadur Shah e todo o séquito.

Juliana não só presentearia os mogóis com o lado mais refinado da cultura ocidental, como também lhes reforçaria os exércitos com armas e canhões de fabrico europeu, de resto, utilizados com sucesso na sangrenta batalha de sucessão entre Bahadur Shah e o irmão, Azam Shah, em Jajau, perto de Agra. Sem Juliana a seu lado e o poder de fogo da artilharia por diligência dela disponibilizado, Bahadur não teria saído vitorioso desse conflito.

Um outro dado novo que nos traz o livro “Juliana Nama” é a educação jesuíta da lusa-indiana, a cargo do padre António de Magalhães que, segundo consta, lhe teria ensinado diversas línguas, entre outras disciplinas.

Pelos muitos serviços prestados na corte mogol ser-lhe-iam concedidos vastos terrenos, hoje inseridos no perímetro urbano de Nova Deli. Falamos dos distritos de Jamia, New Friends Colony, Okhla e Sarai Jullena, este último um terreno de 170 acres onde a devota dama construiu a hospedaria “Bibi Juliana ki Sarai”.

Sob as suas ordens seria também erguida a igreja de Masihgarh, ainda hoje existente. Juliana, privilegiada residente do Lal Qila, “o Forte Vermelho”, visitava com frequência os seus domínios, de barco ou por via terrestre, sempre acompanhada da comitiva a que tinha direito.

De acordo com os registos mogóis, Juliana morreu em 1734, com cerca de 75 anos, e pouco tempo depois há notícia de uma certa família D’Eremao reivindicar descendência sua, até porque os seus membros eram, de facto, legítimos herdeiros das propriedades de Juliana.

Segundo eles, o apelido D’Eremao derivaria do título Durr-i Yaman ou Durr-i Oman (Pérola do Iémen ou Pérola de Omã) conferido por Bahadur Shah aos seus antepassados, o que levanta aqui uma suspeita: será que a relação amorosa entre Juliana e Bahadur deu frutos? Serão os D’Eremao os seus descendentes? Seja como for, após o declínio dos mogóis, os D’Eremao, gente com formação militar, colocaram-se ao serviço dos maratas, e são hoje vários os ramos familiares espalhados pelo mundo. É o caso da cidadã britânica Beverly Hallam, procedente do capitão indo-português Manuel D’Eremao que deu nome ao histórico “D’Eremao Cemetery”, situado em Kishanganj, na zona velha de Deli, sob a alçada do Archaeological Survey of India desde 1919.

Segundo Rosie Llewellyn-Jones, editora do “Chowkidar”, publicação oficial da BACSA (Associação Britânica de Cemitérios do Sul da Ásia), citando Beverly Hallam, o “D’Eremao Cemetery” data de 1781, “altura em que o frade carmelita Gregorio della Presentazione, vindo de Bombaim, assume o comando da Missão Católica de Deli, anteriormente a cargo dos jesuítas”.

Na verdade, naquele terreno assentava já o primeiro cemitério cristão de Deli – mencionado na década de 1760 pelo jesuíta Joseph Tiefenthaler – onde pelo menos desde 1600 foram sendo sepultados arménios (muitos conhecem-no como “Cemitério Arménio”, e há até uma lápide que o atesta), portugueses e outros europeus a soldo dos mogóis, mas que em grande parte fora destruído pelas tropas de Nadir Shah aquando a invasão persa de 1739.

Nascido em Deli por volta de 1744, Manuel D’Eremao, embora criado pelo avô materno Manuel Gascoine, deve a maior parte da riqueza a Dona Juliana Dias da Costa, a sua avó materna. Este luso-gaulês(?)-indiano serviria como oficial do exército Scindia (dinastia hindu marata) e esteve à frente do forte de Hansi até ser obrigado a entregá-lo às forças britânicas vitoriosas lideradas por Lord Lake, em 1803. Em troca, recebeu “uma generosa pensão e a confirmação das suas propriedades ancestrais em Deli”. Numa lápide mandada colocar no seu túmulo pelo filho Domingo D’Eremao podia-se ler a seguinte laudatória inscrição em Persa: “Capitão Manuel D’Eremao Bahadur, depois de 86 anos de uma vida marcada pela munificência e a caridade, deixou esta perecível pousada quatro horas após o pôr do sol de sexta-feira, 5 de Junho de 1829, correspondente a 2 de Zilhijj, 1244, Hijri, e mora agora para sempre no Paraíso, pois sempre seguiu os princípios da Fé cristã”. O triste evento causou “profunda consternação juntos dos seus familiares”, pois Manuel D’Eremao, “homem generoso e bom, morreu repentinamente”.

Infelizmente, esta e muitas outras lápides de mármore foram roubadas, ou simplesmente vandalizadas, na sequência dos distúrbios que se seguiram à Independência da Índia, e a partir da década de 1950 o local seria ocupado por famílias de desalojados, sobretudo famílias cristãs. Em Dezembro de 1947, na sequência de uma auditoria a todos os cemitérios europeus da recém nascido nação indiana, o brigadeiro Bullock constatou a destruição desse património realçando os “deliberados danos” causados no “grande mausoléu da família D’Eremao, que constitui a principal característica do cemitério”. Nas suas pesquisas, Beverly Hallam deparou com várias cartas do brigadeiro Bullock, com pedidos de indemnização, destinadas aos órgãos administrativos de Nova Deli que, como era expectável, cairiam em saco roto. Agora que a história dos D’Eremao é mais conhecida, a tetraneta do capitão Manuel aborda o Archaeological Survey of India e o INTACH (Fundo Nacional Indiano de Património Cultural e Artístico) de uma forma mais pragmática: solicitou o reconhecimento patrimonial do cemitério enquanto “peça única da história dos indiano-europeus”, exigindo, por isso, o devido respeito e protecção."

texto de Joaquim Magalhães de Castro

na foto, misterioso Cemitério de Kishanganj.

O MUNDO, O IMPÉRIO MUGHAL E D.JULIANA

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Dona Juliana Dias da Costa foi uma figura ímpar e uma peça-chave na corte do Império Mughal, que em 1690 contava 158 milhões de habitantes (23% da população) e 4 milhões de quilómetros quadrados, sendo responsável por uma boa parte do PIB mundial.

Como termo de comparação, o maior império europeu, o espanhol, contava 25 milhões de habitantes (3.6%) a par do turco otomano. O russo, apesar do seu gigantismo, contava apenas 14 milhões de habitantes. O Reino Unido com todos os territórios associados incluindo as Treze Colónias, tinha 9 milhões de seres humanos (1.5%), e todos os territórios portugueses juntos somavam 2.3 milhões de almas (0.3%).

Não por acaso, quase todas as potências europeias mantinham por lá, representação diplomática.

No entanto, no século XVIII, entraria em rápido declínio minado por divergências internas e pela futura ascensão da Inglaterra a condição de potência mundial, mas no tempo de Juliana Dias da Costa ainda era um dos centros da geopolítica mundial e provavelmente o estado mais avançado do mundo.

A AUSÊNCIA DE RAÇAS PRÓPRIAS DE CANÍDEOS EM GOA

Com expansão portuguesa, chegou a outros destinos alguns tipos de canídeos europeus que através de novos cruzamentos geraram novas "raças" que se adaptaram localmente, na forma, às funções habituais de guarda, defesa, caça, pastoreio e companhia.

Tais foram os casos nos Açores do Fila de São Miguel, do extinto Fila da Terceira e do Barbado da Terceira, no Brasil do Bulldog Campeiro (hipotética origem no Fila da Terceira) e do Fila Brasileiro.

Apesar do reconhecido apego que os Goeses têm aos canídeos, aparentemente nenhuma raça se fixou ou se desenvolveu no território de Goa depois de 1500. E das mais de vinte raças originárias do subcontinente indiano, também nenhuma é nativa de Goa e da sua história milenar.

É pena porque se trata também de património cultural.

O ACTO COLONIAL

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O Acto Colonial foi um erro de palmatória da Ditadura Nacional e do Estado Novo por introduzir na legislação, ideias e conceitos que, para além de anacrónicos, iam contra a tradição portuguesa, particularmente do século anterior.

Nunca o termo colónia constou da jurisprudência Portuguêsa. Em todas as Constituições anteriores, de 1821 a 1911, os territórios ultramarinos são considerados, taxativamente, extensões do Reino de Portugal, o que de resto ficou implícito na primeira Constituição republicana.

A implementação do estatuto de colónia colocou também numa situação nova São Tomé e Príncipe e particularmente Cabo Verde, o qual sempre teve uma condição em tudo igual ao da Madeira e dos Açores. O anátema de "colónia" ou "ex-colónia", persegue Cabo Verde até ao presente.

Da mesma forma, a ideia de "missão civilizadora dos indígenas" era inexistente. A Lei do Indigenato é pois um claro retrocesso em relação ao passado. A monarquia portuguesa sempre privilegiou os laços com as lideranças e autoridades tradicionais tanto na Ásia, como em África celebrando inúmeros acordos registados na história, numa política claramente de integração dos variadas povos e tradições através das suas elites naturais. O Acto Colonial põe fim a isto e cria assim, uma cisão entre o estado, a população mais urbana e ocidental e as comunidades mais tradicionais dos territórios ultramarinos.

Finalmente, a ideia de Império. Esta é talvez a ideia mais artificial que ficou incrustada no inconsciente coletivo português, até aos dias de hoje. Portugal sempre foi um Reino, jamais foi um Império na sua organização, e jamais os monarcas usaram alguma vez o título de "Imperador", quanto mais o termo "Império Colonial". Custa a crer que muitos não percebam a patranha, e que os Impérios (verdadeiros) são antagónicos aos Reinos pois representam uma forma de domínio dos primeiros, sobre os segundos. E isso é contrário a portugalidade.

Paralelamente a esta invenção de "Império Colonial Português", surge do nada uma profusão de termos em que, a até então palavra inexistente, aparece sob as mais variadas formas. Surge o Bairro das Colónias, a Praça do Império (Lisboa e Porto), o Cinema Império (Lisboa, Luanda, Lourenço Marques), a seguradora Império, o Império Futebol Clube, a Taça do Império, a Casa dos Estudantes do Império, a fábrica de chocolates Imperial, etc, etc...

Em suma, o Acto Colonial foi decididamente um tiro no pé do regime do Estado Novo, e certamente ajudou-o a ditar o seu próprio fim.

THE BRITISH STUDY CASE

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Quer pela antiguidade, quer pela crescente visibilidade, o protagonismo goês na política inglesa ameaça tornar-se num «study case».

Obviamente cada um irá puxar a brasa á sua sardinha e a visão racialista, predominante, irá procurar capitalizar a tendência e colar-lhe o rótulo de "Indian" ou "Asian", ao passo que a visão espiritualista, minoritária, irá fundamentar este aparente sucesso nas características intrínsecas da identidade indo-portuguesa.

Já descontando o sucedido no extinto império britânico, o certo é que tanto a nível local, como nacional e internacional, o protagonismo político de.ascendência goêsa parece ganhar raízes em terras de Sua Magestade, e em boa parte no feminino.

568 CLAIRE COUTINHO (1985)

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Claire Coryl Júlia Coutinho nasceu em 1985 em Londres, Inglaterra.

Os seus pais emigraram da União Indiana no final dos anos 70 e são descendentes de Goeses católicos.

Seu pai, Winston, é um anestesista aposentado e sua mãe, Maria, é médica de clínica geral.

Coutinho foi educada na Escola Feminina James Allen, em Dulwich. Estudou matemática e filosofia no Exeter College, Oxford.

Depois de se formar, trabalhou na equipe de ações de mercados emergentes como associada do banco de investimentos Merrill Lynch por quase quatro anos.

Em 2012, deixou a empresa, e co-fundou um clube de jantar com temas literários, The Novel Diner. Dois anos depois, aparece no The Cooking Game Show Taste.

Trabalhou no Centro de Justiça Social de Iain Duncan Smith por dois anos. Tornou-se diretora de programa do Instituto Habitacional e Financeiro do grupo industrial. Depois disso, trabalhou para a empresa de contabilidade KPMG como líder educacional.

Coutinho deixou a empresa para se tornar consultor especial do HM Treasury Julian Smith, e depois se tornou assessora do secretário-chefe do Tesouro, Rishi Sunak.

Coutinho comentou que deixou a KPMG para ingressar no governo como assessora especial, para que pudesse ajudar no Brexit " a partir de dentro", que ela havia apoiado no referendo de 2016.

Carreira Parlamentar
Claire foi escolhida como candidato conservador por East Surrey em 11 de novembro de 2019. É um círculo eleitoral conservador, com um membro no partido desde 1918. Foi eleita deputada nas eleições gerais de 2019 com uma maioria de 24.040 (40,3%).

Ela foi nomeada Secretária Privada Parlamentar do HM Treasury e ingressou no Conselho Consultivo do Centro de Pensamento do Centro-Direita em fevereiro de 2020.

567 RITA BRUTT (30/12/1982)

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Rita Brütt Pacheco Vicente Ribeiro mais conhecida por Rita Brütt é uma actriz portuguesa.

Família
Filha mais nova de Alfredo João Vicente Ribeiro, proprietário lisboeta, e de Maria do Carmo Cardoso Brutt Pacheco, portuense, médica de Clínica Geral e trineta de António Caetano do Rosário Pacheco e de sua mulher Aurora Quitéria Maria Álvares, de linhagem Brâmane do Primeiro Goankar brasonado de Margão, que recebia de tributo uma libra de ouro.

Nasceu com sua irmã gémea mais nova Ana, e é irmã mais nova de Isabel Brütt Pacheco Vicente Ribeiro e Manuel Brütt Pacheco Vicente Ribeiro, ambos portuenses.

Biografia
Entrou em Night Shop (2006) (TV) e em Conta-me como Foi que estreou em 2007 e terminou em 2009.

Estreou-se em teatro profissional com a peça Urgências no Teatro Maria Matos.

Em 2008 já esteve em cena no Teatro Nacional São João, no espectáculo de abertura do Fitei, Say it With Flowers.

Estreia-se com os Artistas Unidos em Setembro de 2009 na peça Seis Personagens à Procura de um Autor, encenação de Jorge Silva Melo no Teatro Municipal de São Luís. Com a mesma companhia estreará, em Guimarães e depois em Lisboa, a peça Ana, de José Maria Vieira Mendes, encenação de Jorge Silva Melo, com Sylvie Rocha, Pedro Lacerda e António Simão, ainda em 2009.

Em 2010 é Thea Elvested numa adaptação de Hedda Gabler, por José Maria Vieira Mandes para os Artistas Unidos, Hedda.

Com Maria João Luís, Lia Gama, Cândido Ferreira, Marco Delgado e António Pedro Cerdeira, encenação de Jorge Silva Melo, no Teatro Municipal de São Luís.

Em 2009/2010, após as gravações de Conta-me Como Foi, muda-se para a TVI.

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